Neste artigo você entenderá quais são as diferenças entre as coberturas de seguro auto. Evitando assim, confusões ou dúvidas na hora de contratar um serviço, ou renovar seu seguro. Confira:


Compreensiva (Completa)


O seguro compreensivo também é conhecido como seguro completo ou seguro total. Esse produto oferece a cobertura mais ampla dentro das categorias. A cobertura compreensiva cobre o segurado em casos de colisão, incêndio, furto, roubo e danos causados pela natureza.


No entanto, existem algumas coberturas que não são indenizadas, como acessórios, rádio e rodas especiais. Para estes casos é preciso uma cobertura especial além da compreensiva. O mesmo serve para vidros, retrovisores, lanternas e faróis.


Essa modalidade cobre casos de chuva de granizo, por exemplo, pois é um dano da natureza. Algumas seguradoras retiram alguns riscos, como danos decorrentes de guerras e vandalismos. Por isso é muito importante consultar as condições gerais da sua apólice junto à sua corretora de seguros ou seguradora. *Nessa categoria, você também pode arrumar o seu veículo (caso você seja o culpado do sinistro), pelo seguro, mediante pagamento da franquia previamente estipulada na contratação da sua apólice. Normalmente os clientes avaliam se o valor do conserto vai ultrapassar o valor da franquia, se sim, compensa fazer pelo seguro.


Básica (Roubo e furto)


A cobertura chamada de básica, é conhecida também como simples ou apenas furto e roubo. É uma das mais baratas do mercado e muito indicada para pessoas que possuem veículos com 10 anos ou mais.


O seguro roubo e furto irá garantir a indenização, caso o seu carro seja furtado ou roubado e não encontrado, de acordo com o que esteja especificado na apólice. Neste tipo de contratação de seguro auto, algumas seguradoras podem solicitar que haja a instalação de um rastreador, o que pode ajudar na hora que o veículo estiver sendo procurado devido ao sinistro.


Ao contratar esse tipo de serviço, você será indenizado apenas em casos em que seu veículo não seja recuperado. Ou, caso ele seja recuperado, mas com danos que superem 75% do valor venal do carro.


Neste tipo de seguro não há proteção contra batidas ou seguro para terceiros, entre outros tipos de coberturas, pois é o produto mais simples e com a segmentação apenas para roubo e furto.


Entretanto, existem empresas como a Ituran, que oferecem o produto roubo e furto, também com a inclusão de coberturas adicionais de seguro para terceiros e perda total. Consulte o seu corretor.


Danos a Terceiros


Essa cobertura, também chamada de RCF-V (Responsabilidade Civil Facultativo de Veículos), ou apenas seguro para terceiros prevê a proteção apenas de veículos danificados pelo segurado.


Ou seja, esse tipo de cobertura indeniza, dentro do valor estipulado na apólice, os danos causados a outro carro ou até pessoas, como pedestres. Com o seguro para terceiros é possível acionar a seguradora para custear o conserto do carro que sofreu a colisão, não o do segurado, ou da indenização aos pedestres, poupando que haja gastos inesperados.


Em resumo, essa modalidade é basicamente uma proteção contra batidas que você possa dar em outros carros. No seguro para terceiros é oferecido cobertura de danos materiais, danos pessoais ou corporais e danos morais. No caso de acionamento dessa cobertura para cobrir os prejuízos causados à terceiros, não tem pagamento de franquia. Bem como para acionamento de assistência 24h.


Seguro APP (Seguro de acidentes de passageiros)


O Seguro APP, é direcionado para acidentes pessoais que envolvam passageiros em casos de batidas com a necessidade de socorro, como casos graves de morte ou invalidez. Este tipo de seguro, por exemplo, é obrigatório para quem vai fazer um seguro para Carros de aplicativo.


Os acontecimentos que serão segurados são casos de morte ou invalidez, permanente ou parcial, dos passageiros, incluindo o motorista. A cobertura do seguro de acidentes pessoais a passageiros também arca com despesas médicas e hospitalares para atendimento do passageiro, caso seja necessário.


A cobertura não irá indenizar danos físicos temporários, como, um corte ou dores por conta de uma batida, sem que resulte em danos permanentes.


Gostou do artigo, já sabe qual categoria de seguro auto atende às suas necessidades? Neste artigo listamos as principais coberturas de seguro auto, porém, com a necessidade de coberturas adicionais, as seguradoras foram se adaptando e criando diversos produtos para atender as necessidades de cada cliente. Hoje, por exemplo, existe cobertura para estepe, indenização pelo valor de nota fiscal por até 180 dias para veículos zero, isenção do pagamento da primeira franquia, entre outros.


Aqui na SegSimples trabalhamos com todas as Seguradoras para montar o seguro ideal pra você! Trabalhamos com transparência e de forma simples, para que o cliente entenda o produto que está adquirindo, além de sempre estarmos disponíveis para esclarecimentos de dúvidas e questionamentos que surgirem ao longo da vigência do contrato.


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Já imaginou acionar o seu seguro e a seguradora se recusar a pagar o dano? Essa atitude é legítima. A seguradora pode negar o pagamento da indenização do seguro automotivo em alguns casos.


Por descuido ou não, alguns atos praticados pelo segurado pode fazê-lo perder a cobertura do seguro. Neste caso, é preciso estar atento aos seus direitos e principalmente aos seus deveres, evitando assim, qualquer tipo de ação que possa invalidar a obrigatoriedade do pagamento do seguro por parte da seguradora.


Pensando nisso, elaboramos este artigo informativo, para que não reste dúvidas sobre quais práticas geram a perda do seguro e também os cuidados que você deve ter com a sua apólice. Confira:


Seja transparente


Todo contrato de seguro começa por um questionário que vai definir o perfil do contratante. Todas as informações contidas neste questionário é o que determinará o valor da sua apólice.


Por isso, é importantíssimo que você responda ao seu corretor de forma clara, sincera e dando o maior número de informações pertinentes, cada pergunta impacta de forma diferente no custo da apólice.


Mentir ou omitir informações é uma péssima opção, podendo acarretar em sérios problemas no futuro, inclusive a perda da cobertura.


Alguns exemplos que podem gerar problemas ao acionar o seguro:


  • Indicar um condutor principal mais velho, para deixar a apólice mais barata, sabendo que tal condutor nem utiliza o veículo. Se a seguradora descobrir a má fé poderá se recusar a pagar qualquer dano.

  • No questionário o condutor informou que o carro tem garagem, mas essa informação é falsa e o carro dorme na rua. Em caso de furto ou arrombamento, o condutor será questionado e a seguradora pode alegar fraude e não indenizar o proprietário.

  • Começar a utilizar o carro comercialmente, como motorista de aplicativo e se esquecer de comunicar a seguradora. Em caso de roubo ou acidente com o veículo, a seguradora tende a negar a cobertura.


Em resumo: Não omita, muito menos minta nas informações iniciais, e se durante a vigência da apólice alguma coisa mudar, local de trabalho, condutor principal, mudança de CEP, garagem etc, é necessário entrar em contato com o seu corretor de seguros e atualizar seus dados. As seguradoras agem com confiança e responsabilidade e esperam isso de seus segurados.


Falta de pagamento


O não pagamento do prêmio nas datas previstas poderá acarretar a suspensão ou até mesmo o cancelamento do seguro, prejudicando o direito à indenização, caso o sinistro ocorra após a data de suspensão ou cancelamento.


As condições gerais, na cláusula “pagamento de prêmio”, deverão informar em que hipóteses ocorrerão a suspensão e/ou o cancelamento do contrato em razão da falta de pagamento das parcelas.


  • Tabela de Prazo Curto


Caso você deixe de pagar 1 ou mais parcelas do seu seguro, a vigência da sua apólice será reduzida, assim como a cobertura do seu seguro. Esse cálculo será feito baseado nas condições da Tabela de Prazo Curto, que consta nas Condições Gerais de todos os seguros.


Por exemplo: se foi pago 50% do valor do seguro, segundo a Tabela de Prazo Curto, o segurado terá cobertura de 120 dias.


*O prazo da Tabela de Prazo Curto tem as mesmas regras em todas as seguradoras.


É extremamente importante manter todos os comprovantes de pagamento do prêmio para eventual reclamação de indenização.


Não realizar o pagamento do seguro pode resultar na perda da cobertura do seu carro.


  • Bateu o carro antes de pagar a primeira parcela? Calma!


Cada caso será analisado. Por exemplo, se você fechou o seu seguro dia 5 de maio e o pagamento estava programado somente para o dia 7, mas no dia 6 você bateu o carro ou teve o mesmo roubado, é necessário que você realize o pagamento até a data de vencimento para estar coberto (aqui até dia 7 de maio). Se não realizar o pagamento, você não receberá a indenização.


Seja prudente


Em qualquer caso suspeito, cabe à seguradora provar que houve imprudência ou negligência. Este é o papel das equipes de vistoriadores treinados para detectar a falta de cuidado e se comprovado, adeus cobertura.


  • Não cometa acidentes criminosos/forjados, mesmo os mais simples como assumir a culpa em uma colisão para reparar o carro de um terceiro que não tinha seguro, esse ato comum é considerado fraude e se a seguradora descobrir você ficará sem sua cobertura.

  • As seguradoras também podem negar a cobertura caso seja comprovado que houve imprudência do motorista: sofrer um acidente por andar em alta velocidade sobre piso molhado, colidir ao avançar um sinal de trânsito ou por trafegar pela contramão, por exemplo.

  • Em caso de colisão envolvendo terceiros, a seguradora irá se basear no boletim de ocorrência para ressarcir os danos, se houver qualquer divergência entre o que está sendo solicitado a ela e o boletim de ocorrência, a indenização poderá ser negada.


Segundo a SUSEP - Órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro - A perda de direito está relacionada com a ocorrência de um fato que provoca a perda do direito do segurado à indenização, ainda que, a princípio, o sinistro seja oriundo de um risco coberto, ficando, então, a seguradora isenta de qualquer obrigação decorrente do contrato.


Ocorre a perda de direito se:


  • O sinistro ocorrer por culpa grave ou dolo do segurado ou beneficiário do seguro;

  • A reclamação de indenização por sinistro for fraudulenta ou de má-fé;

  • O segurado, corretor, beneficiários ou ainda seus representantes e prepostos fizerem.

  • Declarações falsas ou, por qualquer meio, tentarem obter benefícios ilícitos do

  • seguro;

  • O segurado agravar intencionalmente o risco.


É importante estar alinhado com as diretrizes das seguradoras, vale lembrar que a apólice de seguro não é algo simples, por isso, não fique com receio de “amolar” seu corretor, ele está à sua disposição para responder todos os seus questionamentos. Pergunte sobre condições, procedimentos, riscos, obrigações, direitos e valores — absolutamente tudo! Afinal, você precisa garantir que a sua assinatura seja um selo de que está ciente de todos os termos do contrato.


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  • SegExplica


Já vamos começar com a primeira diferença, a proteção veicular não é regulamentada pela SUSEP. Acompanhe o texto e descubra as demais distinções entre os serviços!

O que é a proteção veicular?


É um produto comercializado por associações, que oferece apenas algumas coberturas para o carro. As pessoas que contratam esse tipo de serviço passam a compartilhar os riscos de todo o grupo.


Todos pagam um valor mensal para ter as coberturas contratadas e, caso algum sinistro ocorra, o dinheiro para cobrir os prejuízos sai desse fundo mútuo (sim, parece um consócio). Quando não há valores suficientes neste fundo, todos do grupo devem arcar com os custos.


EXEMPLO: Você contrata uma proteção veicular contra colisão. Seu carro bate, e o valor do seu conserto ficou em R$5 mil. Com suas mensalidades em dia, a associação responsável resgatará o dinheiro do fundo comum dos “segurados”. Esse dinheiro irá quitar o seu prejuízo.


Mas caso não tenha esse valor disponível no fundo, os R$5 mil serão divididos entre todos os associados. Com uma proteção com 20 associados, cada um irá arcar com R$ 250 do seu prejuízo. Assim, o reparo será feito normalmente.


O que é o seguro auto?


O seguro auto é um produto comercializado por seguradoras fiscalizadas pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Quem contrata um seguro passa a ser um cliente da empresa, e a seguradora assume todos os riscos envolvidos nas coberturas contratadas.


Com esse tipo de proteção, quando um sinistro ocorre com perca total, o segurado tem o seu prejuízo coberto. Caso o sinistro seja parcial, para o conserto do carro, é necessário o pagamento da franquia.


A franquia é o custo de responsabilidade do consumidor para o conserto do veículo. Ela é prevista em contrato, como um valor fixo ou percentual.


EXEMPLO: Uma franquia de R$ 2 mil, e um conserto veicular R$ 6 mil, você quitará R$ 2 mil para o reparo. Já a seguradora pagará os R$ 4 mil restantes.


Também é possível contar com a indenização por perda integral no seguro. A perda integral acontece quando os danos ao carro superam 75% do seu valor de mercado. Nessa situação, o usuário recebe o valor total do veículo.


A indenização integral também é paga quando o automóvel é roubado ou furtado, e não recuperado pela polícia.


Diferenças



Proteção veicular ou seguro auto: qual contratar?


SEGURO AUTO é o mais vantajoso! Por contar com uma série de regras estabelecidas pela SUSEP.


O principal objetivo da SUSEP é garantir que as seguradoras cumpram exatamente o seu compromisso de segurar e arcar com os danos do cliente, quando isso for necessário. A SUSEP fiscaliza sempre os fundos obrigatórios de reserva das seguradoras, para conferir se as companhias possuem recursos suficientes para indenizar os sinistros dos seus segurados.


Ela defende o consumidor das práticas abusivas do mercado, fiscalizando as empresas participantes. Isso garante que a relação entre as partes tenha transparência para que nenhum cliente seja lesado.


A proteção veicular, por sua vez, não é uma atividade regularizada pela SUSEP. Por isso, seus contratos podem não ser cumpridos adequadamente. Apesar de barata, a opção costuma trazer pouco custo-benefício. Há vários casos, por exemplo, de prejuízo dos consumidores, o barato acaba saindo bem caro.


Por isso, antes de contratar um seguro é muito importante consultar se o mesmo se encontra devidamente regularizado na SUSEP. Isso pode ser feito através de uma consulta no próprio site da SUSEP. Além disso, o site da instituição ainda oferece uma área de serviços para informar o cidadão e permitir que ele acione a SUSEP para garantir seus direitos quando necessário.


Deixar o seu veículo protegido é fundamental para a segurança do seu dia a dia! Agora que você já conhece as diferenças entre seguro auto e proteção veicular, avalie bem sua contratação.


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